Depois do judiciário mandar reintegrar cinco vezes o deputado soldado Prisco aos quadros da Polícia Militar, o Governo do Estado da Bahia, finalmente, cumpriu determinação judicial, conforme publicado no Boletim Geral Ostensivo da PM (BGO/PM), da última quinta-feira (23/07). O parlamentar volta a ser militar, 13 anos depois de ser demitido, acusado de panfletar.
A última decisão judicial é do desembargador José Edivaldo Rocha Rotondano, do Tribunal de Justiça, que mandou o Governo do Estado da Bahia reintegrar o parlamentar, após quatro decisões favoráveis com base na lei de anistia (Lei Federal 12.191/2010).
“Fui demitido em 2002, após movimento reivindicatório de 2001, por um ato de arbitrariedade do Estado à época. Em 2010, a Lei de anistia reintegrou todos os militares que foram punidos por participar de movimentos por melhorias para os trabalhadores, menos eu. A Bahia foi o único Estado do Brasil que não cumpria a Lei”, afirmou Prisco.
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