A FRASE DE UM GRANDE AMIGO:

VOCÊ CONFIA EM MIM? DIAS DEPOIS ME CONVENCI DE QUE SÓ DEVO CONFIAR NA JUSTIÇA.

"Não se escravize às opiniões da leviandade ou da ignorância."
Não importa o que os outros pensam ou dizem de nós.
O que verdadeiramente importa é aquilo que realmente somos.
Tenha sua consciência tranquila, mesmo que seja condenado.
Não se esqueça de que Jesus foi condenado, e Herodes foi o vencedor momentâneo.
Mas responda: qual dos dois foi verdadeiramente o vencedor?
Fonte: Minutos de Sabedoria, C. Torres Pastorino

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

BEM-VINDO, ADEIRTON.

          Aproveitando a oportunidade em que mais um companheiro passa a ser seguidor do BRADO DE ALERTA, é com muita alegria que venho desejar a todos os familiares, amigos e seguidores deste maravilhoso canal de comunicação um ano de 2011 de muita força, realizações e coragem.
          No ano que se inicia, temos que refletir e acreditar que assim como Davi venceu Golias, venceremos os inimigos da PEC 300, basta ter fé, acreditar, porque com Deus trabalhando conosco as vitórias virão.
          Abraço a todos.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

AS LUTAS NÃO ESTÃO SENDO EM VÃO.

Portaria Interministerial nº 2/2010
16/12/2010
PORTARIA INTERMINISTERIAL SEDH/MJ Nº 2, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2010
DOU 16.12.2010
Estabelece as Diretrizes Nacionais de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos dos Profissionais de Segurança Pública.
O MINISTRO DE ESTADO CHEFE DA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA e o MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso das atribuições que lhes conferem os incisos I e II, do parágrafo único, do art. 87, da Constituição Federal de 1988, resolvem:
Art. 1º Ficam estabelecidas as Diretrizes Nacionais de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos dos Profissionais de Segurança Pública, na forma do Anexo desta Portaria.
Art. 2º A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e o Ministério da Justiça estabelecerão mecanismos para estimular e monitorar iniciativas que visem à implementação de ações para efetivação destas diretrizes em todas as unidades federadas, respeitada a repartição de competências prevista no art. 144 da Constituição Federal de 1988.
Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
PAULO DE TARSO VANNUCHI
Ministro de Estado Chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República
LUIZ PAULO TELES FERREIRA BARRETO
Ministro de Estado da Justiça

ANEXO

DIREITOS CONSTITUCIONAIS E PARTICIPAÇÃO CIDADÃ

1) Adequar as leis e regulamentos disciplinares que versam sobre direitos e deveres dos profissionais de segurança pública à Constituição Federal de 1988.
2) Valorizar a participação das instituições e dos profissionais de segurança pública nos processos democráticos de debate, divulgação, estudo, reflexão e formulação das políticas públicas relacionadas com a área, tais como conferências, conselhos, seminários, pesquisas, encontros e fóruns temáticos.
3) Assegurar o exercício do direito de opinião e a liberdade de expressão dos profissionais de segurança pública, especialmente por meio da Internet, blogs, sites e fóruns de discussão, à luz da Constituição Federal de 1988.
4) Garantir escalas de trabalho que contemplem o exercício do direito de voto por todos os profissionais de segurança pública.

VALORIZAÇÃO DA VIDA
5) Proporcionar equipamentos de proteção individual e coletiva aos profissionais de segurança pública, em quantidade e qualidade adequadas, garantindo sua reposição permanente, considerados o desgaste e prazos de validade.
6) Assegurar que os equipamentos de proteção individual contemplem as diferenças de gênero e de compleição física.
7) Garantir aos profissionais de segurança pública instrução e treinamento continuado quanto ao uso correto dos equipamentos de proteção individual.
8) Zelar pela adequação, manutenção e permanente renovação de todos os veículos utilizados no exercício profissional, bem como assegurar instalações dignas em todas as instituições, com ênfase para as condições de segurança, higiene, saúde e ambiente de trabalho.
9) Considerar, no repasse de verbas federais aos entes federados, a efetiva disponibilização de equipamentos de proteção individual aos profissionais de segurança pública.

DIREITO À DIVERSIDADE
10) Adotar orientações, medidas e práticas concretas voltadas à prevenção, identificação e enfrentamento do racismo nas instituições de segurança pública, combatendo qualquer modalidade de preconceito.
11) Garantir respeito integral aos direitos constitucionais das profissionais de segurança pública femininas, considerando as especificidades relativas à gestação e à amamentação, bem como as exigências permanentes de cuidado com filhos crianças e adolescentes, assegurando a elas instalações físicas e equipamentos individuais específicos sempre que necessário.
12) Proporcionar espaços e oportunidades nas instituições de segurança pública para organização de eventos de integração familiar entre todos os profissionais, com ênfase em atividades recreativas, esportivas e culturais voltadas a crianças, adolescentes e jovens.
13) Fortalecer e disseminar nas instituições a cultura de nãodiscriminação e de pleno respeito à liberdade de orientação sexual do profissional de segurança pública, com ênfase no combate à homofobia.
14) Aproveitar o conhecimento e a vivência dos profissionais de segurança pública idosos, estimulando a criação de espaços institucionais para transmissão de experiências, bem como a formação de equipes de trabalho composta por servidores de diferentes faixas etárias para exercitar a integração inter-geracional.
15) Estabelecer práticas e serviços internos que contemplem a preparação do profissional de segurança pública para o período de aposentadoria, estimulando o prosseguimento em atividades de participação cidadã após a fase de serviço ativo.
16) Implementar os paradigmas de acessibilidade e empregabilidade das pessoas com deficiência em instalações e equipamentos do sistema de segurança pública, assegurando a reserva constitucional de vagas nos concursos públicos.

SAÚDE
17) Oferecer ao profissional de segurança pública e a seus familiares, serviços permanentes e de boa qualidade para acompanhamento e tratamento de saúde.
18) Assegurar o acesso dos profissionais do sistema de segurança pública ao atendimento independente e especializado em saúde mental.
19) Desenvolver programas de acompanhamento e tratamento destinados aos profissionais de segurança pública envolvidos em ações com resultado letal ou alto nível de estresse.
20) Implementar políticas de prevenção, apoio e tratamento do alcoolismo, tabagismo ou outras formas de drogadição e dependência química entre profissionais de segurança pública.
21) Desenvolver programas de prevenção ao suicídio, disponibilizando atendimento psiquiátrico, núcleos terapêuticos de apoio e divulgação de informações sobre o assunto.
22) Criar núcleos terapêuticos de apoio voltados ao enfrentamento da depressão, estresse e outras alterações psíquicas.
23) Possibilitar acesso a exames clínicos e laboratoriais periódicos para identificação dos fatores mais comuns de risco à saúde.
24) Prevenir as conseqüências do uso continuado de equipamentos de proteção individual e outras doenças profissionais ocasionadas por esforço repetitivo, por meio de acompanhamento médico especializado.
25) Estimular a prática regular de exercícios físicos, garantindo a adoção de mecanismos que permitam o cômputo de horas de atividade física como parte da jornada semanal de trabalho.
26) Elaborar cartilhas voltadas à reeducação alimentar como forma de diminuição de condições de risco à saúde e como fator de bem-estar profissional e auto-estima.

REABILITAÇÃO E REINTEGRAÇÃO
27) Promover a reabilitação dos profissionais de segurança pública que adquiram lesões, traumas, deficiências ou doenças ocupacionais em decorrência do exercício de suas atividades.
28) Consolidar, como valor institucional, a importância da readaptação e da reintegração dos profissionais de segurança pública ao trabalho em casos de lesões, traumas, deficiências ou doenças ocupacionais adquiridos em decorrência do exercício de suas atividades.
29) Viabilizar mecanismos de readaptação dos profissionais de segurança pública e deslocamento para novas funções ou postos de trabalho como alternativa ao afastamento definitivo e à inatividade em decorrência de acidente de trabalho, ferimentos ou seqüelas.

DIGNIDADE E SEGURANÇA NO TRABALHO
30) Manter política abrangente de prevenção de acidentes e ferimentos, incluindo a padronização de métodos e rotinas, atividades de atualização e capacitação, bem como a constituição de comissão especializada para coordenar esse trabalho.
31) Garantir aos profissionais de segurança pública acesso ágil e permanente a toda informação necessária para o correto desempenho de suas funções, especialmente no tocante à legislação a ser observada.
32) Erradicar todas as formas de punição envolvendo maus tratos, tratamento cruel, desumano ou degradante contra os profissionais de segurança pública, tanto no cotidiano funcional como em atividades de formação e treinamento.
33) Combater o assédio sexual e moral nas instituições, veiculando campanhas internas de educação e garantindo canais para o recebimento e apuração de denúncias.
34) Garantir que todos os atos decisórios de superiores hierárquicos dispondo sobre punições, escalas, lotação e transferências sejam devidamente motivados e fundamentados.
35) Assegurar a regulamentação da jornada de trabalho dos profissionais de segurança pública, garantindo o exercício do direito à convivência familiar e comunitária.

SEGUROS E AUXÍLIOS
36) Apoiar projetos de leis que instituam seguro especial aos profissionais de segurança pública, para casos de acidentes e traumas incapacitantes ou morte em serviço.
37) Organizar serviços de apoio, orientação psicológica e assistência social às famílias de profissionais de segurança pública para casos de morte em serviço.
38) Estimular a instituição de auxílio-funeral destinado às famílias de profissionais de segurança pública ativos e inativos.

ASSISTÊNCIA JURÍDICA
39) Firmar parcerias com Defensorias Públicas, serviços de atendimento jurídico de faculdades de Direito, núcleos de advocacia pro bono e outras instâncias de advocacia gratuita para assessoramento e defesa dos profissionais de segurança pública, em casos decorrentes do exercício profissional.
40) Proporcionar assistência jurídica para fins de recebimento de seguro, pensão, auxílio ou outro direito de familiares, em caso de morte do profissional de segurança pública.

HABITAÇÃO
41) Garantir a implementação e a divulgação de políticas e planos de habitação voltados aos profissionais de segurança pública, com a concessão de créditos e financiamentos diferenciados.

CULTURA E LAZER
42) Conceber programas e parcerias que estimulem o acesso à cultura pelos profissionais de segurança pública e suas famílias, mediante vales para desconto ou ingresso gratuito em cinemas, teatros, museus e outras atividades, e que garantam o incentivo à produção cultural própria.
43) Promover e estimular a realização de atividades culturais e esportivas nas instalações físicas de academias de polícia, quartéis e outros prédios das corporações, em finais de semana ou outros horários de disponibilidade de espaços e equipamentos.
44) Estimular a realização de atividades culturais e esportivas desenvolvidas por associações, sindicatos e clubes dos profissionais de segurança pública.

EDUCAÇÃO
45) Estimular os profissionais de segurança pública a frequentar programas de formação continuada, estabelecendo como objetivo de longo prazo a universalização da graduação universitária.
46) Promover a adequação dos currículos das academias à Matriz Curricular Nacional, assegurando a inclusão de disciplinas voltadas ao ensino e à compreensão do sistema e da política nacional de segurança pública e dos Direitos Humanos.
47) Promover nas instituições de segurança pública uma cultura que valorize o aprimoramento profissional constante de seus servidores também em outras áreas do conhecimento, distintas da segurança pública.
48) Estimular iniciativas voltadas ao aperfeiçoamento profissional e à formação continuada dos profissionais de segurança pública, como o projeto de ensino a distância do governo federal e a Rede Nacional de Altos Estudos em Segurança Pública (Renaesp).
49) Assegurar o aperfeiçoamento profissional e a formação continuada como direitos do profissional de segurança pública.

PRODUÇÃO DE CONHECIMENTOS
50) Assegurar a produção e divulgação regular de dados e números envolvendo mortes, lesões e doenças graves sofridas por profissionais de segurança pública no exercício ou em decorrência da profissão.
51) Utilizar os dados sobre os processos disciplinares e administrativos movidos em face de profissionais de segurança pública para identificar vulnerabilidades dos treinamentos e inadequações na gestão de recursos humanos.
52) Aprofundar e sistematizar os conhecimentos sobre diagnose e prevenção de doenças ocupacionais entre profissionais de segurança pública.
53) Identificar locais com condições de trabalho especialmente perigosas ou insalubres, visando à prevenção e redução de danos e de riscos à vida e à saúde dos profissionais de segurança pública.
54) Estimular parcerias entre universidades e instituições de segurança pública para diagnóstico e elaboração de projetos voltados à melhoria das condições de trabalho dos profissionais de segurança pública.
55) Realizar estudos e pesquisas com a participação de profissionais de segurança pública sobre suas condições de trabalho e a eficácia dos programas e serviços a eles disponibilizados por suas instituições.

ESTRUTURAS E EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS
56) Constituir núcleos, divisões e unidades especializadas em Direitos Humanos nas academias e na estrutura regular das instituições de segurança pública, incluindo entre suas tarefas a elaboração de livros, cartilhas e outras publicações que divulguem dados e conhecimentos sobre o tema.
57) Promover a multiplicação de cursos avançados de Direitos Humanos nas instituições, que contemplem o ensino de matérias práticas e teóricas e adotem o Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos como referência.
58) Atualizar permanentemente o ensino de Direitos Humanos nas academias, reforçando nos cursos a compreensão de que os profissionais de segurança pública também são titulares de Direitos Humanos, devem agir como defensores e promotores desses direitos e precisam ser vistos desta forma pela comunidade.
59) Direcionar as atividades de formação no sentido de consolidar a compreensão de que a atuação do profissional de segurança pública orientada por padrões internacionais de respeito aos Direitos Humanos não dificulta, nem enfraquece a atividade das instituições de segurança pública, mas confere-lhes credibilidade, respeito social e eficiência superior.

VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL
60) Contribuir para a implementação de planos voltados à valorização profissional e social dos profissionais de segurança pública, assegurado o respeito a critérios básicos de dignidade salarial.
61) Multiplicar iniciativas para promoção da saúde e da qualidade de vida dos profissionais de segurança pública.
62) Apoiar o desenvolvimento, a regulamentação e o aperfeiçoamento dos programas de atenção biopsicossocial já existentes.
63) Profissionalizar a gestão das instituições de segurança pública, fortalecendo uma cultura gerencial enfocada na necessidade de elaborar diagnósticos, planejar, definir metas explícitas e monitorar seu cumprimento.
64) Ampliar a formação técnica específica para gestores da área de segurança pública.
65) Veicular campanhas de valorização profissional voltadas ao fortalecimento da imagem institucional dos profissionais de segurança pública.
66) Definir e monitorar indicadores de satisfação e de realização profissional dos profissionais de segurança pública.
67) Estimular a participação dos profissionais de segurança pública na elaboração de todas as políticas e programas que os envolvam.
SEDH/MJ DOU
Comento: Para alguns esta Portaria não significará nada, porque a ignorância não lhes permitirão enchergar que não pode existir escalas abusivas, principalmente o desrespeito aos direitos humanos. Não dará mais para reclamar, só será humilhado e escravizado quem for como um elefante: forte, grande, mas não sabe a força que tem.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

http://www.jornalpovo.com/paginas/policia/policia.htm

          O endereço acima traz uma reportagem sobre protesto de bombeiros e policiais do Rio de Janeiro realizado ontem, em frente ao Copacabana Palace. O manifesto foi para divulgar para a população o contraste entre o salário pago aos militares do Estado que estarão em regime de escalas extras e os milionários cachês pagos aos artistas por "meia hora de show". Vale à pena conferir.

FELIZ NATAL.

          É com o coração repleto de alegria que agradeço a Deus por ter me concedido mais um ano de vida. Agradeço também a oportunidade de por mais um ano ter convivido com homens honrados e cumpridores de suas missões, seja em terra, ar ou mar.
          Neste momento em que comemoramos o nascimento de Jesus é importante pararmos para refletir e fazer desse momento um recomeço e uma reflexão para que possamos ter um futuro melhor.
          Nada pode nos deixar triste nesta data maravilhosa em que temos que buscar o exemplo de Jesus que mesmo sofrendo no Calvário jamais perdeu a fé no seu Pai. Força sempre companheiros.
          Quero desejar a todos os leitores do Blog um feliz Natal, em especial aos seguidores deste canal de comunicação e aos companheiros do serviço de prevenção e combate à dengue (foto). Não posso me esquecer dos companheiros da PEC 300, os verdadeiros indomáveis leões, que vêm dando uma demonstração de coragem e perseverança. Sucesso sempre e que Deus os abençoe a nós todos.
            

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

POLÍCIA MILITAR E CORPO DE BOMBEIROS MILITAR: DESCONTENTAMENTO DA TROPA.

Penso que por dever de ofício devo manifestar publicamente que em conformidade com tudo o que tenho ouvido e lido, o descontentamento das tropas da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros está aumentando bastante, o que é muito ruim.
A tática de espalhar gratificações para pequenos grupos, prejudicando o todo, tanto na PMERJ, quanto no CBMERJ, está gerando uma série de distorções salariais, subvertendo a hierarquia, o que poderá comprometer a disciplina.
Soldados ganham mais que Sargentos, algo inconcebível.
Soldados ganham muito mais que outros Soldados, como ocorre entre os do BOPE e os das demais Organizações Policiais Militares, situação também inaceitável.
Tenentes médicos do CBMERJ ganham mais que os Coronéis do CBMERJ que comandam as suas Unidades, o subordinado ganha mais que o Comandante, algo completamente impensável.
Essas situações e outras estão ocorrendo há muito tempo, mas a situação se agravou ainda mais neste final de ano.
Primeiro, o governo Sérgio Cabral resolveu não gratificar os Bombeiros Militares e todos eles creditam essa ação como uma forma de retaliação pelo fato dos Bombeiros terem vaiado o governador em uma solenidade no Maracanãzinho.
Os Policiais Militares foram agraciados com a gratificação, porém os que não estão aptos, embora tenham trabalhado, inclusive com férias e licenças interrompidas, segundo relatos que ouvi, não receberam os R$ 500,00.
O fato da PEC 300 não ter sido votada constitui outro fator de sério descontentamento.
Sinceramente, considero esse descontentamento das tropas da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros muito perigoso.
É hora de falar com a tropa, dar explicações e organizar os vencimentos dos PMs e dos BMs, acabando com todas essas gratificações e criando subsídios, igualando todos os vencimentos, em conformidade com as graduações e os postos, garantindo os direitos dos ativos, dos inativos e das pensionistas.
É tempo de agir!
Fonte: http://celprpaul.blogspot.com/
Comento: O problema todo é que a maioria da tropa está satisfeita com o que aí está. Presenciei companheiros dizendo que votariam na continuidade porque estava bom, me senti impotente diante de uma declaração dessas. Agora presenciei os mesmos entrando em depressão por causa do não recebimento de uma gratificação de R$ 500,00. Tudo isso está acontecendo, mas os mesmos erros serão cometidos nas eleições de 2014.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

PARABÉNS AOS DEPUTADOS.

          Hoje é dia de festa, os deputados que nós elegemos e reelegemos aumentaram seus salários para R$ 27 mil reais. Esse aumento mais que merecido vai aumentar os gastos em cerca de 2 bilhões, uma "merreca" para um país que tem tanto dinheiro.
          Fiquei muito feliz com essa notícia porque o deputado mais votado na última eleição, o Tiririca, já vai chegar sem saber onde gastar tanto dinheiro. Que beleza!
          Enquanto isso, A PEC 300 FICA ENGAVETADA.
          A realidade é que quem hoje está no poder se vinga pelo sofrimento que tiveram no passado. Eles lutaram para chegar onde chegaram, muitas vezes com armas em punho e matando quem apenas cumpria ordens superiores. Penso que temos que aprender com eles a reconquistar o nosso espaço, já que os papéis se inverteram. Hoje os sacaneados somos nós, os militares. Não os que estão muito bem com cargos comissionados, mas a grande massa que sempre vai para a linha de frente.
         É hora de começarmos a refletir e lembrar sempre que o mundo gira e chegou a vez deles, espero que na próxima volta não os deixemos tomar a dianteira. 
          Salve o Brasil, Salve os militares que em qualquer missão sempre mostram que não são melhores que ninguém, mas que são apenas diferentes.       

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

PEC 300, TEMOS QUE ACREDITAR!

Vários companheiros de luta pela aprovação da PEC 300 se reuniram ontem e hoje para lutar pela aprovação da PEC. Enquanto existirem homens honrados e destemidos haverá caminho a ser seguido e uma luz no fim do túnel.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

"AMIGOS" DO PREFEITO ZÉ RENATO DESINTERDITAM A RUA B NO JARDIM CENTRAL.

           No dia de ontem houve um deslizamento de terra no Jardim Central. Após tal fato, o Naldo França entrou em contato com a prefeitura, a fim de solicitar a desinterdição da rua B, porém, como quase tudo que se pede para o bairro, há sempre uma dose de má vontade política, claro que não fui atendido.
          Como os moradores não podem, em hipótese alguma, ficar sem a rua B, os "amigos" do prefeito decidiram fazer o serviço. Imaginem se alguém necessitasse de um socorro, provavelmente iria ficar entregue à sorte.

          Após uma hora e meia de serviço a rua foi parcialmente desinterditada, sendo o trânsito liberado apenas para a passagem de um veículo por vez.
          Depois dessa força dos "amigos" do prefeito, espero que ele reconheça o esforço e passe a olhar com mais carinho para o nosso bairro, pois acredito que o coração dele não é de pedra.

            

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

SERIA CÔMICO SE NÃO FOSSE TRÁGICO

          Hoje assistindo à TV Câmara pensei estar num canal de humor, mal humor. O líder do Governo na Câmara, Sr Cândido Vaccarezza teve a coragem de propor a criação de uma comissão para debeter melhor a PEC 300, Muitos riram. Nesse momento pensei estar no canal errado, mas não, era a TV Câmara mesmo. 
          Apesar da minha ignorância, sei que a PEC 300 deve ser votada em 2º turno. Criar comissão, só pode ser coisa de quem ignora a nossa classe e pensa que nunca dependerá dela.
          Apesar do PT fazer questão de demonstrar que não tem interesse na votação da PEC 300, muitos deputados honrados clamam pela sua votação. 
          Temos que fazer a nossa parte e ver até onde vai essa peleja. haja saco.
PEC 300 vive momentos derradeiros

          Conforme notícia da Rádio Câmara, a PEC 300 foi ontem o principal entrave de um "acordão" entre quatro paredes para se votar matérias de interesse do governo Lula (projetos relacionados ao pré-sal e à Lei Kandir, que trata da cobrança de ICMS pelos estados).
          Mesmo com as galerias vazias pois não houve nova peregrinação dos nossos bombeiros e policiais, os parlamentares que apoiam a PEC 300 conseguiram, aos trancos e barrancos, segurar a sessão de ontem, praticamente no braço.
          Os líderes vieram determinados a votar essas duas matérias em sessão extraordinária. Mas os parlamentares que defendem a aprovação da PEC 300 bateram o pé e mesmo sendo minoria e sem voz nas lideranças partidárias (exceção ao deputado Arnaldo Faria de Sá e Miro Teixeira) não aceitaram votar nenhum outro assunto em sessão extraordinária antes do piso dos policiais.
           O deputado Paes de Lira, do PTC de São Paulo, chega a falar em "rebelião":
          'Pode haver, de fato, uma rebelião em Plenário, a tal ponto que os deputados, no seu conjunto, impeçam os desígnios de um Colégio de Líderes que deixou de representar a vontade dos seus liderados.'
          Empurrando mais uma vez com a barriga, "o presidente em exercício da Câmara, Marco Maia, propôs aos líderes uma comissão especial para discutir o salário dos policiais juntamente com todos os aspectos da segurança pública, como o patrulhamento de fronteiras e o aumento do efetivo policial". Está literalmente viajando na maionese. O xis da questão é se votar algo que já foi extenuamente debatido: o piso salarial nacional dos bombeiros e policiais.
          Percebe-se uma grande cooptação no ar. Quem era a favor de greve nacional e a favor da PEC 300, agora muda o discurso. Veja o que falou o "líder do PDT, Paulo Pereira da Silva, que até semana passada não abria mão de votar agora a PEC 300":
            'Eu estou sugerindo que o Arnaldo Faria de Sá - até para dar uma certa garantia para a polícia de que vai andar - que seja o presidente da comissão especial que na próxima legislatura começasse a discutir com um entendimento maior a questão da segurança pública, que envolvesse também o salário da polícia, que é o que estamos discutindo aqui. Então, se o Arnaldo topar ser presidente, nós poderíamos topar.'
           Arnaldo Faria de Sá, autor da PEC 300, descartou essa proposta acintosa:
'Acho que o calor do que aconteceu no Rio de Janeiro obriga a gente a discutir a PEC 300 agora. Até porque essa comissão não tem definida uma data de votação. Uma comissão, para enrolar, o risco é muito grande. Se não tiver uma data de criação eu não aceito criação de comissão nenhuma.'
           Outro grande baluarte da PEC 300, o deputado Miro Teixeira disse que estão quebrando a espinha dorsal da Câmara ao se protelar a votação do piso e conclamou a todos os parlamentares a não se submeterem às decisões dos líderes partidários, convocando-os a uma obstrução às votações na casa, inclusive na sessão ordinária: "Sr. Presidente, por mais candente que seja o apelo, por maior que seja o mérito de qualquer matéria, há pessoas que não vão se intimidar, pelo mérito, e renunciar ao direito de votarem em segundo turno a PEC 300.
          Já estamos acostumados, no Parlamento, a votar temas que têm grande apelo social para renunciarmos a certas posições que são, nesse caso, de defesa do próprio Parlamento, para não parecer que antes das eleições temos uma postura e depois das eleições, outra.
          Então, vamos ver como fica esse painel da sessão ordinária para a sessão extraordinária. Individualmente, pouco posso fazer, mas farei."
          Tomando as dores do líder do governo Cândido Vaccarezza, "Genoíno disse que o Poder Executivo não aceita a votação da PEC 300".
          Insensível, O presidente em exercício da Câmara, Marco Maia, lamentou a atitude dos parlamentares a favor da PEC 300:
          'Os governadores vieram aqui e fizeram um apelo. Nós temos logo ali na frente a posse dos novos governadores, que precisam se dar conta do que estão recebendo dos governadores atuais para depois se pensar em matérias que coloquem novas despesas para os governadores. Então, vou continuar insistindo, dialogando e buscando entre todos os parlamentares a sensibilidade necessária para a votação de matérias que são importantes para todo o país.'
          Como vimos, a hipocrisia tomou conta de muitos parlamentares, principalmente dos que são líderes partidários, para barrar a conclusão da PEC 300. Temos exatas três semanas para continuar insistindo na conclusão da matéria. Estamos praticamente saindo no tapa, no plenário, para forçar a inclusão da PEC 300 em sessão extraordinária. Esses pseudo líderes são insensíveis aos trabalhos hercúleos dos nossos nobres bombeiros e policiais. Preferem ver somente os seus próprios interesses enquanto nossos heróis são massacrados diariamente.
          Hoje, a partir de 16 horas há mais uma batalha. Cobrem de seus deputados a obstrução dos trabalhos até que se coloque em sessão extraordinária a PEC 300. Liguem para eles, mandem e-mail, mandem mensagem por twitter. Quem não tem o perfil do twitter, passou da hora de criar. Descubram o telefone celular de cada parlamentar de seu estado e mandem torpedos ou conversem com eles, localizem suas residências e promovam encontros em suas casas ou em seus escritórios políticos.
          Estamos lutando contra o monstro chamado GOVERNO LULA, que não quer valorizar o trabalho diuturno dos que defendem a liberdade de todos os brasileiros. Se tivermos essa determinação, venceremos. No plenário, somos poucos mas estamos deixando nosso couro estendido naquele local. Façamos a nossa parte.
Fonte: blog do Dep. Cap Assumção.