A FRASE DE UM GRANDE AMIGO:

VOCÊ CONFIA EM MIM? DIAS DEPOIS ME CONVENCI DE QUE SÓ DEVO CONFIAR NA JUSTIÇA.

"Não se escravize às opiniões da leviandade ou da ignorância."
Não importa o que os outros pensam ou dizem de nós.
O que verdadeiramente importa é aquilo que realmente somos.
Tenha sua consciência tranquila, mesmo que seja condenado.
Não se esqueça de que Jesus foi condenado, e Herodes foi o vencedor momentâneo.
Mas responda: qual dos dois foi verdadeiramente o vencedor?
Fonte: Minutos de Sabedoria, C. Torres Pastorino

sábado, 11 de fevereiro de 2012

COMPETÊNCIA PARA FALAR, ELE TEM.

Reprodução da Folha de São Paulo

O juiz federal da 1ª Vara Previdenciária de São Paulo Marcus Orione Gonçalves Correia é um dos poucos profissionais da área jurídica que manifesta sua opinião a favor do direito de greve dos policiais militares.
A Constituição -que proíbe a paralisação dos policiais militares- garante a greve como direito fundamental. Para o juiz, essa interpretação deve ser soberana e se aplicar também aos PMs. Como servidor público, o policial deve zelar pela qualidade do serviço.
"Quando um policial faz greve, na verdade, ele está defendendo a Constituição porque está brigando pela eficiência do serviço público e pela melhora da segurança pública", afirmou.
Sobre os eventuais abusos cometidos pelos policiais que, encapuzados, paramônibus para protestarem, ele diz que asações não podem ser consideradas crimes comuns ou militares, mas, sim, crimes políticos.
"Se policiais em greve picharem um trecho da música do Wando num quartel, ou na Assembleia, é um crime militar ou uma manifestação política? Para mim, é crime político por causa do que está sendo discutido nesse momento."
Por outro lado, o juiz diz que os grevistas não podem protestar armados. "Tem de deixar a arma no quartel e não pegá-la até o fim do protesto. Se não, viram milicianos como qualquer outro."
Via pmerjnolocal.

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