A FRASE DE UM GRANDE AMIGO:

VOCÊ CONFIA EM MIM? DIAS DEPOIS ME CONVENCI DE QUE SÓ DEVO CONFIAR NA JUSTIÇA.

"Não se escravize às opiniões da leviandade ou da ignorância."
Não importa o que os outros pensam ou dizem de nós.
O que verdadeiramente importa é aquilo que realmente somos.
Tenha sua consciência tranquila, mesmo que seja condenado.
Não se esqueça de que Jesus foi condenado, e Herodes foi o vencedor momentâneo.
Mas responda: qual dos dois foi verdadeiramente o vencedor?
Fonte: Minutos de Sabedoria, C. Torres Pastorino

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

RUMO À BRASÍLIA.

Presidente de comissão se reunirá com esposas de militares presos no RJ

O presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, deputado Mendonça Prado (DEM-SE), receberá nesta terça-feira (14) as esposas de policiais e bombeiros militares presos no Rio de Janeiro. O encontro será realizado às 15 horas, no Plenário 8.
Na ocasião, deve ser discutido, entre outros pontos, o tratamento dado aos profissionais envolvidos no movimento grevista que teve início no último dia 9. Até o momento, pelo menos 9 bombeiros e 17 policiais militares estão detidos no presídio de Bangu 1, alguns por conclamar e incitar a greve e outros por flagrante crime de desobediência. “As famílias estão revoltadas com o fato de os militares terem sido levados para estabelecimentos penais de segurança máxima, quando deveriam ser reservados espaços nas próprias unidades militares”, afirma Mendonça Prado.
A senhora Cristiane Daciolo, mulher do cabo Benevenuto Daciolo, bombeiro militar preso preventivamente no dia 8 por suposta prática dos crimes de incitamento e aliciamento a motim, lidera o grupo de esposas. Elas solicitam a transferência dos militares para um presídio militar, reivindicação que é acolhida pelo parlamentar. “A prisão em Bangu 1 revela-se uma arbitrariedade abominável. Entendemos que a prisão desobedece às normas estabelecidas no ordenamento jurídico”, acrescenta Prado.
Segundo Cristiane, o marido dela mantém-se em greve de fome há cinco dias. Ela refuta as acusações de que o movimento grevista está sendo manipulado politicamente. "Ele [Daciolo] não está envolvido com política, não está filiado a partido algum. Partidos políticos apoiam o movimento, mas o movimento não está com nenhum partido", diz.
Os bombeiros e policiais militares do Rio pedem a implementação do piso salarial de R$ 3.500 para as categorias e a liberdade do cabo Daciolo.
Fonte: Agência Câmara de Notícias.

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