A FRASE DE UM GRANDE AMIGO:

VOCÊ CONFIA EM MIM? DIAS DEPOIS ME CONVENCI DE QUE SÓ DEVO CONFIAR NA JUSTIÇA.

"Não se escravize às opiniões da leviandade ou da ignorância."
Não importa o que os outros pensam ou dizem de nós.
O que verdadeiramente importa é aquilo que realmente somos.
Tenha sua consciência tranquila, mesmo que seja condenado.
Não se esqueça de que Jesus foi condenado, e Herodes foi o vencedor momentâneo.
Mas responda: qual dos dois foi verdadeiramente o vencedor?
Fonte: Minutos de Sabedoria, C. Torres Pastorino

quarta-feira, 16 de maio de 2012


CEARÁ: PM reafirma possibilidade de nova greve


Em entrevista à TV Jangadeiro, o capitão da Polícia Militar, Wagner Souza, afirmou que  o canal de negociação entre a categoria e o Governo do Estado está fechado e que as reivindicações dos PMs não foram atendidas. “Nada mudou”, diz.


Sobre a possibilidade de uma nova greve, o capitão, que é acusado pelo Ministério Público Militar de liderar a paralisação que aconteceu no início do ano, afirma que falar em greve no momento seria preciptado, e que a decisão caberá à categoria.

Os militares podem decidir por uma nova paralisação durante assembleia geral da categoria prevista para acontecer no próximo dia 26 de maio.

Sem acordo

Segundo o capitão Wagner, o governo acordou que a pauta de reivindicações dos grevistas seria negociada num prazo de 120 dias. Depois de vários adiamentos, algumas reuniões foram realizadas, mas sem avanços. A última aconteceu no dia 18 de abril e das sete pautas discutidas nas rodadas de negociação, apenas duas foram atendidas. Ainda de acordo com o militar, que na época do movimento ocupava uma vaga na Assembleia Legislativa, uma nova reunião estava maracada para ocorrer no início de maio, porém, ela não aconteceu e nenhuma data foi anunciada aos PMs.

Reivindicações

Os policiais militares ameaçam nova paralisação caso não sejam atendidas cinco reivindicações acordadas no fim da última greve: auxilio alimentação no valor de R$ 220,00, promoção dos servidores, escala de serviço de 40 horas, reajuste salarial e elaboração de um código de ética.

“Tivemos três reuniões com o governo, mas a única que definiu alguma coisa foi a primeira. A gratificação foi incorporada ao salários dos militares, mas esse foi apenas um ponto. Outras cinco reivindicações apontadas durante a greve permanecem sem resposta do governo”, ressaltou o capitão da PM.

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