A FRASE DE UM GRANDE AMIGO:

VOCÊ CONFIA EM MIM? DIAS DEPOIS ME CONVENCI DE QUE SÓ DEVO CONFIAR NA JUSTIÇA.

"Não se escravize às opiniões da leviandade ou da ignorância."
Não importa o que os outros pensam ou dizem de nós.
O que verdadeiramente importa é aquilo que realmente somos.
Tenha sua consciência tranquila, mesmo que seja condenado.
Não se esqueça de que Jesus foi condenado, e Herodes foi o vencedor momentâneo.
Mas responda: qual dos dois foi verdadeiramente o vencedor?
Fonte: Minutos de Sabedoria, C. Torres Pastorino

domingo, 18 de maio de 2014

PRISÃO DE PRISCO CAUSA REVOLTA.


Um dos fortes nomes da Policia Militar do Estado da Bahia e responsável pela segurança de bairros cuja violência costuma apontar altas estatísticas, o Major Estrela, comandante da 23ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) pediu exoneração do cargo.
Após da notícia ser anunciada na Rádio Sociedade, na manhã deste sábado (17), teve sua explicação detalhada.
“Um dos motivos é que fiquei revoltado com a prisão de Prisco. Sei que é uma ordem judicial e respeito, mas é desumano a forma como ele está sendo tratado. Pedi sim exoneração porque quero ficar livre para desabafar e não me sinto bem na condição de comanadante em fazer isso. Estou revoltado”
Revelou, afirmando haver outros motivos que o levaram a abrir mão do cargo do qual lhe cabe as responsabilidades sobre as localidades de Suvaco da Cobra, Buracão, além dos bairros de Tancredo Neves, Cabula e Arenoso.
“Os outros motivos conferem com minhas declarações que venho dando na imprensa. Sou contra a impunidade e sou a favor que a constituição mude para permitir pena de morte para bandido rico e politico ladrão. Sou contra pena de morte para bandido pobre”, disparou.
Para Major Estrela, a corrupção é um crime coletivo e por isso tem que ser combatida de forma severa. “Esses calhordas não têm mais salvação não. Saindo do cargo fico à vontade para falar e desabafar porque tenho uma revolta muito grande. O problema hoje é a impunidade e não a falta de segurança”, afirmou.
Segundo o oficial, a decisão de deixar o cargo já foi comunicada ao comando geral que “não deixou eu sair e pediu que eu permanecesse. Mas, eu disse que meu pedido é irretratável. Até me ofereceram o comando de uma especializada, mas ainda estou pensando porque não me prendo a cargo”, reforçou.
Sempre chamando a atenção para a situação de Prisco, o major, que é formado em direito, disse estar acompanhando o caso e acredita que “quem tem que ficar preso daquele jeito é bandido de alta periculosodade. Sou contra a prisão de Prisco, sempre fui e estou revoltado com isso”, concluiu.
Com informações do Bocão News.

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